A MEU PAI
Certa vez tu disseste que enquanto houvesse uma única pessoa te aplaudindo, jamais pararias de tocar.
Pois nesses últimos anos - e quem sabe por quantos mais - talvez eu tenha sido essa pessoa. Enquanto eu viver, se depender de aplauso, tua gaita não vai silenciar.
Com esse trabalho estou apenas começando a cumprir a promessa que te fiz quando disse que faria de tudo que estivesse ao meu alcance para que não fosses esquecido.
Obrigado meu pai, por você ter existido.
A você - por toda eternidade - como sempre, o amor de sempre.
Eduardo Nadruz Filho
Novembro 2000
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